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Rumores de desaceleração da economia global derrubam bolsas ao redor do mundo (de novo)

Wall Street fechou profundamente no vermelho nessa terça-feira, dia em que Pequim registrou uma queixa contra os EUA na OMC ainda sobre as tarifas de importação além do yuan ter atingiu um novo nível mais baixo de sua cotação.

No plano econômico, o PMI (índice dos gerentes de compra) dos EUA sinalizou a primeira contração da atividade em três anos, aumentando os temores de uma estagnação. Na Europa, o Reino Unido se prepara para o Brexit, enquanto Boris Johnson alertou para uma eleição instantânea em 14 de outubro, se os legisladores obtiverem êxito com um projeto de lei para bloquear um Brexit sem acordo, aumentando as preocupações de um PMI ainda mais encolhido que contrasta com números melhores na maioria dos países da zona do euro.

Nas notícias corporativas, a China concedeu licenças do Deutsche Bank e do BNP Paribas, permitindo que ambos os bancos atuassem como subscritores principais de dívida corporativa emitida por instituições não financeiras. O Dow Jones caiu 1,1%, ou 285 pontos. O S&P 500 recuou 0,7% ou 20 pontos. O Nasdaq caiu 1,1%, ou 89 pontos. Historicamente, o Dow Jones Industrial Average atingiu uma alta histórica de 27.398,68 em julho de 2019 e uma baixa recorde de 28,48 em agosto de 1896.
 

Os destaques de hoje na Bovespa foram para Itaú -1,91% (ITUB4), Ambev +0,76% (ABEV3), Bradesco -1,63% (BBDC4), Petrobrás ON +0,50% (PETR3), e Petrobrás PN +1,19% (PETR4). Bovespa caiu 0,94% aos 99.680 pontos. Dólar cai 0,45% a R$ 4,174.

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