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Lá fora é recorde atrás de recorde... Mas no Brasil senta que lá vem pancada...

S&P 500 e Nasdaq sobem para outro recorde

O S&P 500 e o Nasdaq 100 de tecnologia terminaram em território recorde nessa terça-feira, com os investidores mais uma vez trocando empresas economicamente sensíveis por nomes de tecnologia em meio a preocupações persistentes sobre a disseminação da variante Delta do coronavírus. Além da pandemia, os investidores também se abstiveram de assumir grandes posições compradas antes dos dados de empregos de sexta-feira nos EUA, o que poderia abrir caminho para alguma mudança da postura política do Federal Reserve. O mercado atingiu recordes consecutivos nas últimas semanas, mas os ganhos foram relativamente modestos, com o chamado comércio de reflação perdendo força. Como resultado, a blue chip Dow tem apresentado desempenho inferior ao de seus pares.

Aqui no Brasil, a patacoada da CPI persiste, tomando ares dantescos com depoentes esfregando crimes na cara de quem dirige esse circo de horrores. Contudo, novas denúncias de propina feitas pelos irmãos metralha Luís Miranda e Luís Ricardo Miranda  sobre ofertas de propinas feitas pelo Ricardo Barros, líder do governo Bolsonaro na Câmara, podem explodir o planalto caso sejam mais que os blefes dos parceiros de jogatina. Ainda hoje também saiu a denúncia feita pelo Luiz Paulo Dominguetti, representante da empresa Davat Medical Supply, que teria recebido pedido de US$ 1 de propina por cada dose de vacina vendida para o governo. Propina essa pedida por Roberto Ferreira Dias, diretor de logística do ministério da saúde. Nesse, cenário Bovespa fechou estável caindo 0,08% aos 127.327 pontos. Os destaques de hoje foram para Ambev (ABEV3) -1,20%, Itaú (ITUB4) -0,99%, Bradesco (BBDC3) -0,85%, Petrobrás ON (PETR3) +1,37% e Petrobrás PN (PETR4) +0,45%.

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