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Tava ruim aí parece que piorou

O Dow e o S&P 500 recuaram de máximos recordes nessa segunda-feira, liderados por quedas nas empresas do setor de energia e com preocupações persistentes sobre as ameaças representadas pela rápida disseminação da variante Delta do Covid-19. Os investidores se animaram com o peso do relatório de empregos divulgado sexta-feira passada, que pela sinalização de recuperação econômica muito acelerada reforça as expectativas de redução antecipada do estímulo monetário para mitigar efeitos da pandemia na economia americana. Em um sinal mais positivo, o Senado dos EUA deu um passo no domingo na direção da aprovação de um projeto de infraestrutura bipartidário de US$ 1 trilhão. Na semana passada, as ações subiram devido a uma temporada de lucros acima de qualquer expectativa e mais dados econômicos otimistas. Das 427 empresas do índice que relataram lucros, até agora, 87,6% superaram as expectativas dos analistas, um movimento nunca antes registrado no mercado americano.

Aqui no Brasil a volatilidade impera com cenário político e fiscal. Um pessimismo crescente com os desgastes e crises diárias criadas pelo PR Bolsonaro com poderes e inimigos imaginários (já que os inimigos reais ele chama para algum ministério importante) desgastaram o apetite dos investidores, principalmente o estrangeiro. Bovespa subiu 0,17% aos 123.019. Os destaques de hoje foram para Ambev (ABEV3) +0,35%, Itaú (ITUB4) +1,17%, Bradesco (BBDC3) -0,10%, Petrobrás ON (PETR3) -0,93% e Petrobrás PN (PETR4) -0,70%. 

No mercado internacional estou muito otimista. Já por aqui no Brasil, estou avaliando....

 

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