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Um último suspiro antes de um mergulho profundo

Wall Street preparada para abertura fraca para começar no quarto trimestre

Os futuros de ações dos EUA caíram na quarta-feira, após uma forte retração na quinta-feira, com o S&P 500 registrando seu pior mês desde o início da crise do COVID-19, após um mês e trimestre abalado por preocupações com o COVID-19, temores de inflação, um aumento nos rendimentos dos títulos do tesouro americano e casos crescentes da cepa Delta. Enquanto isso, o Senado e a Câmara aprovaram um projeto de lei de dotações de curto prazo que manteria o governo Biden funcionando até 3 de dezembro.

O Ibovespa reverteu a alta e o dólar disparou, levando o Banco Central a voltar a oferecer contratos de swap cambial para conter a alta. O Ibovespa amargou a queda nos momentos finais do pregão, seguindo o exterior, para encerrar o terceiro mês consecutivo no vermelho, com baixa de 6,57% em setembro. Hoje, o índice caiu 0,11% a 110.979 pontos. A curva de juros hidratou os prêmios em toda extensão em até 12 pontos-base, enquanto o dólar futuro desacelerou os ganhos com intervenção extra do Banco Central no mercado e fechou com alta de 0,60% a R$5,469, após ter tocado máxima em R$5,500. No mês, subiu 5,26%.

Os destaques de ontem foram para Ambev (ABEV3) -1,23%, Itaú (ITUB4) +0,10%, Bradesco (BBDC3) -0,06%, Petrobrás ON (PETR3) -0,07% e Petrobrás PN (PETR4) -0,58%.

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