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Wall Street fechou em forte alta no último pregão de janeiro, lideradas por ganhos em ações de consumo discricionário, serviços de comunicação e ações de tecnologia. O Dow Jones encerrou 406 pontos acima em 35.131 pontos, o S&P 500 subiu 1,9% para 4.515 pontos e o Nasdaq saltou 3,4% para 14.240 pontos. Na frente corporativa, as ações da Tesla subiram quase 11% depois que o Credit Suisse elevou a empresa para "superação". No mês, no entanto, o S&P 500 perdeu quase 6% e o Nasdaq quase 4%, tendo seu pior mês desde março de 2020, enquanto o Dow Jones caiu 3,3% absorvendo o mau de quando o Fed mudou para uma política monetária mais agressiva. Agora os investidores estão apostando cada vez mais em cinco aumentos de taxa em 2022.

O Índice Bovespa fechou o dia em alta e garantiu o maior ganho mensal desde dezembro de 2020, impulsionado pela forte entrada de investimentos estrangeiros, com mais de R$28 bilhões até dia 27. Já o dólar futuro teve a maior queda mensal desde novembro de 2020. O mercado local se descolou das bolsas americanas, que fecharam o dia em alta, mas caíram em janeiro. O índice Ibovespa subiu 0,21% a 112.143 pontos hoje, resultando em um ganho acumulado de 6,98% em janeiro, enquanto o dólar futuro teve a maior queda mensal desde novembro de 2020, de 5,45%. Os destaques de hoje foram para Ambev (ABEV3) +0,27%, Itaú (ITUB4) +2,18% Bradesco (BBDC3) +1,08%, Petrobrás ON (PETR3) -1,73% e Petrobrás PN (PETR4) -0,58%.

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